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SELIC ainda alta continua pesando no bolso das famílias de Goiás

Publicado em 25 de setembro de 2026 às 17:38 · Atualizado em 25 de setembro de 2026 às 17:44 · 2 min de leitura

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Taxa SELIC freia consumo e assusta pela expectativa de crescente endividamento.

A Selic segue sendo um dos fatores que mais pesam na economia brasileira. Mesmo depois dos cortes recentes, o nível dos juros ainda encarece empréstimos, financiamentos, investimentos e o consumo das famílias. Em Goiás, quem sente isso primeiro é o comércio, a indústria, a construção civil e os pequenos negócios.

O Banco Central informou a redução da taxa para 13,75% ao ano, número repercutido pela Agência Brasil e pela Folha de S.Paulo. As reportagens apontam que esse foi o quinto corte seguido decidido pelo Comitê de Política Monetária. Esse dado ainda precisa ser confirmado direto na fonte oficial antes de virar manchete definitiva, já que decisões desse tipo costumam vir acompanhadas de ajustes de última hora.

Pelo lado bom, a queda gradual dos juros pode melhorar as condições de financiamento e estimular novos investimentos. Em Anápolis, empresas industriais e comerciais tendem a ganhar fôlego se os bancos repassarem essa redução para consumidores e empreendedores.

O problema é que a Selic ainda está alta para um país que precisa ampliar crédito e gerar emprego. Juros nesse patamar seguram a expansão dos pequenos negócios, encarecem dívidas e podem esfriar o consumo das famílias.

Para onde a taxa vai depende da inflação, das contas públicas, do câmbio e do cenário internacional. Na prática, a queda da Selic só vai fazer diferença de verdade quando chegar ao crédito que a população e as empresas realmente conseguem acessar, não apenas ao comunicado do Banco Central.

Por Folha do Cerrado

Reportagem produzida pela equipe do Folha do Cerrado.

Categoria: Economia Goiás